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Via ExtremeCentre.org.
(Eclesiastes 2, 1)
«Muslim doctors and nurses are to be allowed for religious reasons to opt out of strict NHS dress codes introduced to prevent the spread of deadly hospital superbugs.In 2008, several universities reported that Muslim medical students objected to the rules.
A Muslim radiographer quit at Royal Berkshire Hospital in Reading over the issue.
Health officials drew up the revised rules on the advice of Islamic scholars and a group called Muslim Spiritual Care Provision in the NHS (MSCP), which is part of the Muslim Council of Britain.

"Esta divertida aventura que tem lugar no lendário mundo de Vikings corpulentos e dragões ferozes, baseada no livro de Cressida Cowell, conta a história de Hiccup, um jovem Viking que não se encaixa lá muito bem na tradição dos heróicos exterminadores de dragões.
A vida de Hiccup fica de pernas para o ar, quando encontra um dragão que o desafia a ele e a toda a sua tribo, a ver o mundo de uma nova perspectiva."Depois vêm os problemas de consciência que o filme poderá causar. Os miúdos nestas idades precisam de saber que há coisas sempre más, e coisas sempre boas, e que são diferentes umas das outras. Ver um filme destes lança o precedente na cabeça da criança de que o bem nem sempre é bom, e o mal nem sempre é mau, e de que os culpados dos sofrimentos da criança são os erros dos adultos. Claro que nós, adultos de consciência (mais ou menos) bem formada, vamos tendo ao longo da vida essa experiência de aprendizagem, e as grandes questões para nós são as dilemmáticas, em que nem o sim nem o não estão certos, mas antes cabe-nos a nós sujeitos reformularmos a pergunta e encontrarmos uma terceira escolha mais perfeita, baseada no bem que temos por correcto. Mas, para uma criança, estas dúvidas são desestruturantes e nada benéficas. Como será o nosso mundo dentro de duas ou três gerações, se não houver consciência do bem e do mal?...
O Papa Bento XVI revela nesta carta sensibilidade de coração, firmeza de carácter, profundidade intelectual, solidez na fé.
1. Amados Irmãos e Irmãs da Igreja na Irlanda, é com grande preocupação que vos escrevo como Pastor da Igreja universal. Como vós, fiquei profundamente perturbado com as notícias dadas sobre o abuso de crianças e jovens vulneráveis da parte de membros da Igreja na Irlanda, sobretudo de sacerdotes e religiosos. Não posso deixar de partilhar o pavor e a sensação de traição que muitos de vós experimentastes ao tomar conhecimento destes actos pecaminosos e criminais e do modo como as autoridades da Igreja na Irlanda os enfrentaram.
(...)
2. Por meu lado, considerando a gravidade destas culpas e a resposta muitas vezes inadequada que lhes foi reservada da parte das autoridades eclesiásticas no vosso país,, decidi escrever esta Carta Pastoral para vos expressar a minha proximidade, e para vos propor um caminho de cura, de renovação e de reparação.
(...)
Ao mesmo tempo, devo expressar também a minha convicção de que, para se recuperar desta dolorosa ferida, a Igreja na Irlanda deve em primeiro lugar reconhecer diante do Senhor e diante dos outros, os graves pecados cometidos contra jovens indefesos. Esta consciência, acompanhada de sincera dor pelo dano causado às vítimas e às suas famílias, deve levar a um esforço concentrado para garantir a protecção dos jovens em relação a semelhantes crimes no futuro.
4. Contudo, nos últimos decénios a Igreja no vosso país teve que se confrontar com novos e graves desafios à fé que surgiram da rápida transformação e secularização da sociedade irlandesa. Verificou-se uma mudança social muito rápida, que muitas vezes atingiu com efeitos hostis a tradicional adesão do povo ao ensinamento e aos valores católicos. Com frequência as práticas sacramentais e devocionais que sustentam a fé e a tornam capaz de crescer, como por exemplo a confissão frequente, a oração quotidiana e os ritos anuais, não foram atendidas. Determinante foi também neste período a tendência, até da parte de sacerdotes e religiosos, para adoptar modos de pensamento e de juízo das realidades seculares sem referência suficiente ao Evangelho. O programa de renovação proposto pelo Concílio Vaticano II por vezes foi mal compreendido e na realidade, à luz das profundas mudanças sociais que se estavam a verificar, não era fácil avaliar o modo melhor de o realizar. Em particular, houve uma tendência, ditada por recta intenção mas errada, a evitar abordagens penais em relação a situações canónicas irregulares. É neste contexto geral que devemos procurar compreender o desconcertante problema do abuso sexual dos jovens, que contribuiu em grande medida para o enfraquecimento da fé e para a perda do respeito pela Igreja e pelos seus ensinamentos.
Só examinando com atenção os numerosos elementos que deram origem à crise actual é possível empreender uma diagnose clara das suas causas e encontrar remédios eficazes. Certamente, entre os factores que para ela contribuíram podemos enumerar: procedimentos inadequados para determinar a idoneidade dos candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa; insuficiente formação humana, moral, intelectual e espiritual nos seminários e nos noviciados; uma tendência na sociedade a favorecer o clero e outras figuras com autoridade e uma preocupação inoportuna pelo bom nome da Igreja e para evitar os escândalos, que levaram como resultado à malograda aplicação das penas canónicas em vigor e à falta da tutela da dignidade de cada pessoa. É preciso agir com urgência para enfrentar estes factores, que tiveram consequências tão trágicas para as vidas das vítimas e das suas famílias e obscureceram a luz do Evangelho a tal ponto, ao qual nem sequer séculos de perseguição não tinham chegado.
6. Às vítimas de abuso e às suas famílias
Sofrestes tremendamente e por isto sinto profundo desgosto. Sei que nada pode cancelar o mal que suportastes. Foi traída a vossa confiança e violada a vossa dignidade. Muitos de vós experimentastes que, quando éreis suficientemente corajosos para falar de quanto tinha acontecido, ninguém vos ouvia. Quantos de vós sofrestes abusos nos colégios deveis ter compreendido que não havia modo de evitar os vossos sofrimentos. É compreensível que vos seja difícil perdoar ou reconciliar-vos com a Igreja. Em seu nome expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos sentimos. Ao mesmo tempo peço-vos que não percais a esperança. É na comunhão da Igreja que encontramos a pessoa de Jesus Cristo, ele mesmo vítima de injustiça e de pecado. Como vós, ele ainda tem as feridas do seu injusto padecer. Ele compreende a profundeza dos vossos padecimentos e o persistir do seu efeito nas vossas vidas e nos relacionamentos com os outros, incluídas as vossas relações com a Igreja. Sei que alguns de vós têm dificuldade até de entrar numa igreja depois do que aconteceu. Contudo, as mesmas feridas de Cristo, transformadas pelos seus sofrimentos redentores, são os instrumentos graças aos quais o poder do mal é [derrotado] e nós renascemos para a vida e para a esperança. Creio firmemente no poder reestabelecedor do seu amor sacrifical – também nas situações mais obscuras e sem esperança – que traz a libertação e a promessa de um novo início.
Dirigindo-me a vós como pastor, preocupado pelo bem de todos os filhos de Deus, peço-vos com humildade que reflictais sobre quanto vos disse. Rezo a fim de que, aproximando-vos de Cristo e participando na vida da sua Igreja – uma Igreja purificada pela penitência e renovada na caridade pastoral – possais redescobrir o amor infinito de Cristo por todos vós. Tenho confiança em que deste modo sereis capazes de encontrar reconciliação, profunda cura interior e paz.
7. Aos sacerdotes e aos religiosos que abusaram dos jovens
Traístes a confiança que os jovens inocentes e os seus pais tinham em vós. Por isto deveis responder diante de Deus omnipotente, assim como diante de tribunais devidamente constituídos. Perdestes a estima do povo da Irlanda e lançastes vergonha e desonra sobre os vossos irmãos. Quantos de vós sois sacerdotes violastes a santidade do sacramento da Ordem Sagrada, no qual Cristo se torna presente em nós e nas nossas acções. Juntamente com o enorme dano causado às vítimas, foi perpetrado um grande dano à Igreja e à percepção pública do sacerdócio e da vida religiosa.
Exorto-vos a examinar a vossa consciência, a assumir a vossa responsabilidade dos pecados que cometestes e a expressar com humildade o vosso pesar. O arrependimento sincero abre a porta ao perdão de Deus e à graça da verdadeira correcção. Oferecendo orações e penitências por quantos ofendestes, deveis procurar reparar pessoalmente as vossas acções. O sacrifício redentor de Cristo tem o poder de perdoar até o pecado mais grave e de obter o bem até do mais terrível dos males. Ao mesmo tempo, a justiça de Deus exige que prestemos contas das nossas acções sem nada esconder. Reconhecei abertamente a vossa culpa, submetei-vos às exigências da justiça, mas não desespereis da misericórdia de Deus.
8. Aos pais
Ficastes profundamente transtornados ao tomar conhecimento das coisas terríveis que tiveram lugar naquele que deveria ter sido o ambiente mais seguro para todos. No mundo de hoje não é fácil construir um lar doméstico e educar os filhos. Eles merecem crescer num ambiente seguro, amados e queridos, com um forte sentido da sua identidade e do seu valor. Têm direito a ser educados nos valores morais autênticos, radicados na dignidade da pessoa humana, a serem inspirados pela verdade da nossa fé católica e a aprender modos de comportamento e de acção que os levem a uma sadia estima de si e à felicidade duradoura. Esta tarefa nobre e exigente está confiada em primeiro lugar a vós, seus pais. Exorto-vos a fazer a vossa parte para garantir a melhor cura possível dos jovens, quer em casa quer na sociedade em geral, enquanto que a Igreja, por seu lado, continua a pôr em prática as medidas adoptadas nos últimos anos para tutelar os jovens nos ambientes paroquiais e educativos. Enquanto dais continuidade às vossas importantes responsabilidades, certifico-vos de que estou próximo de vós e que vos dou o apoio da minha oração.
(...)
10. Aos sacerdotes e aos religiosos da Irlanda
Todos nós estamos a sofrer como consequência dos pecados dos nossos irmãos que traíram uma ordem sagrada ou não enfrentaram de modo justo e responsável as acusações de abuso. Perante o ultraje e a indignação que isto causou, não só entre os leigos mas também entre vós e as vossas comunidades religiosas, muitos de vós sentis-vos pessoalmente desanimados e também abandonados. Além disso, estou consciente de que aos olhos de alguns sois culpados por associação, e considerados como que de certo modo responsáveis pelos delitos de outros. Neste tempo de sofrimento, desejo reconhecer-vos a dedicação da vossa vida de sacerdotes e de religiosos e dos vossos apostolados, e convido-vos a reafirmar a vossa fé em Cristo, o vosso amor à sua Igreja e a vossa confiança na promessa de redenção, de perdão e de renovação interior do Evangelho. Deste modo, demonstrareis a todos que onde abunda o pecado, superabunda a graça (cf. Rm 5, 20).
Sei que muitos de vós estais desiludidos, transtornados e encolerizados pelo modo como estas questões foram tratadas por alguns dos vossos superiores. Não obstante, é essencial que colaboreis de perto com quantos têm a autoridade e que vos comprometais para fazer com que as medidas adoptadas para responder à crise sejam verdadeiramente evangélicas, justas e eficazes. Sobretudo, exorto-vos a tornar-vos cada vez mais claramente homens e mulheres de oração, seguindo com coragem o caminho da conversão, da purificação e da reconciliação. Deste modo, a Igreja na Irlanda haurirá nova vida e vitalidade do vosso testemunho ao poder redentor do Senhor tornado visível na vossa vida.
11. Aos meus irmãos bispos
Não se pode negar que alguns de vós e dos vossos predecessores falhastes, por vezes gravemente, na aplicação das normas do direito canónico codificado há muito tempo sobre os crimes de abusos de jovens. Foram cometidos sérios erros no tratamento das acusações. Compreendo como era difícil lançar mão da extensão e da complexidade do problema, obter informações fiáveis e tomar decisões justas à luz de conselhos divergentes de peritos. Contudo, deve-se admitir que foram cometidos graves erros de juízo e que se verificaram faltas de governo. Tudo isto minou seriamente a vossa credibilidade e eficiência. Aprecio os esforços que fizestes para remediar os erros do passado e para garantir que não se repitam. Além de pôr plenamente em prática as normas do direito canónico ao enfrentar os casos de abuso de jovens, continuai a cooperar com as autoridades civis no âmbito da sua competência. Claramente, os superiores religiosos devem fazer o mesmo. Também eles participaram em recentes encontros aqui em Roma destinados a estabelecer uma abordagem clara e coerente destas questões. É obrigatório que as normas da Igreja na Irlanda para a tutela dos jovens sejam constantemente revistas e actualizadas e que sejam aplicadas de modo total e imparcial em conformidade com o direito canónico.
Só uma acção decidida levada em frente com total honestidade e transparência poderá restabelecer o respeito e a benquerença dos Irlandeses em relação à Igreja à qual consagrámos a nossa vida. Isto deve brotar, antes de tudo, do exame de vós próprios, da purificação interior e da renovação espiritual. O povo da Irlanda espera justamente que sejais homens de Deus, que sejais santos, que vivais com simplicidade, que procureis todos os dias a conversão pessoal. Para ele, segundo a expressão de Santo Agostinho, sois bispos; contudo estais chamados a ser com eles seguidores de Cristo (cf. Discurso 340, 1). Exorto-vos portanto a renovar o vosso sentido de responsabilidade diante de Deus, a crescer em solidariedade com o vosso povo e a aprofundar a vossa solicitude pastoral por todos os membros da vossa grei. Em particular, sede sensíveis à vida espiritual e moral de cada um dos vossos sacerdotes. Sede um exemplo com as vossas próprias vidas, estai-lhes próximos, ouvi as suas preocupações, oferecei-lhes encorajamento neste tempo de dificuldades e alimentai a chama do seu amor a Cristo e o seu compromisso no serviço dos seus irmãos e irmãs.
Também os leigos devem ser encorajados a fazer a sua parte na vida da Igreja. Fazei com que sejam formados de modo que possam dizer a razão, de maneira articulada e convincente, do Evangelho na sociedade moderna (cf. 1 Pd 3, 15), e cooperem mais plenamente na vida e na missão da Igreja. Isto, por sua vez, ajudar-vos-á a ser de novo guias e testemunhas credíveis da verdade redentora de Cristo.
(...)
14. Desejo propor-vos algumas iniciativas concretas para enfrentar a situação. No final do meu encontro com os Bispos da Irlanda, pedi que a Quaresma deste ano fosse considerada como tempo de oração para uma efusão da misericórdia de Deus e dos dons de santidade e de força do Espírito Santo sobre a Igreja no vosso país. Agora convido todos vós a dedicar as vossas penitências da sexta-feira, durante todo o ano, de agora até à Páscoa de 2011, por esta finalidade. Peço-vos que ofereçais o vosso jejum, a vossa oração, a vossa leitura da Sagrada Escritura e as vossas obras de misericórdia para obter a graça da cura e da renovação para a Igreja na Irlanda. Encorajo-vos a redescobrir o sacramento da Reconciliação e a valer-vos com mais frequência da força transformadora da sua graça.
Deve ser dedicada também particular atenção à adoração eucarística, e em cada diocese deverão haver igrejas ou capelas reservadas especificamente para esta finalidade. Peço que as paróquias, os seminários, as casas religiosas e os mosteiros organizem tempos para a adoração eucarística, de modo que todos tenham a possibilidade de participar deles. Com oração fervorosa diante da presença real do Senhor, podeis fazer a reparação pelos pecados de abuso que causaram tantos danos, e ao mesmo tempo implorar a graça de uma renovada força e de um sentido da missão mais profundo por parte de todos os bispos, sacerdotes, religiosos e fiéis.
(...)
Além disso proponho que se realize uma Missão a nível nacional para todos os bispos, sacerdotes e religiosos. Alimento a esperança de que, haurindo da competência de peritos pregadores e organizadores de retiros quer da Irlanda como de outras partes, e reexaminando os documentos conciliares, os ritos litúrgicos da ordenação e da profissão e os recentes ensinamentos pontifícios, alcanceis um apreço mais profundo das vossas respectivas vocações, de modo a redescobrir as raízes da vossa fé em Jesus Cristo e a beber abundantemente nas fontes da água viva que ele vos oferece através da sua Igreja.
Neste Ano dedicado aos Sacerdotes, recomendo-vos de modo muito particular a figura de São João Maria Vianney, que teve uma compreensão tão rica do mistério do sacerdócio. «O sacerdote, escreveu, possui a chave dos tesouros do céu: é ele quem abre a porta, é ele o dispensador do bom Deus, o administrador dos seus bens». O cura d’Ars compreendeu bem como é grandemente abençoada uma comunidade quando é servida por um sacerdote bom e santo. «Um bom pastor, um pastor segundo o coração de Deus, é o tesouro maior que o bom Deus pode dar a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina». Por intercessão de São João Maria Vianney possa o sacerdócio na Irlanda retomar vida e a inteira Igreja na Irlanda crescer na estima do grande dom do ministério sacerdotal.
(...)
Vaticano, 19 de Março de 2010, Solenidade de São José
«Where is the worldwide outrage at such an atrocity?Acompanhe o evoluir da situação na Nigéria através do blogue Slaugther, onde pode ler mais sobre este ataque e outros que se seguiram.How could the murder of a 6-week-old child be revenge for anything?
It was a Jihad attack and not an ethnic conflict.
«O Conselho de Relações Americano Islâmicas está a postos para o seu ataque habitual na discussão sobre o Islã.
Seu escritório na Filadélfia fará uma entrevista coletiva em 17 de março quando pretende "anunciar o lançamento de uma campanha nacional com o propósito de contestar a tendência anti-islâmica em uma série de livros infantis que o grupo de direitos civis muçulmano com base em Washington diz promover 'hostilidade contra o Islã e suspeição em relação aos muçulmanos".
A referência é a uma série de dez volumes para o ensino fundamental II e o ensino médio intitulado "O Mundo do Islã" produzido pelo Instituto de Pesquisas de Política Externa e publicado pela Editora Mason Crest. (Só para lembrar, de 1986 a 1993, trabalhei como diretor do Instituto de Pesquisas de Política Externa; eu não tinha nenhum papel na série o "Mundo do Islã").
Tomando a dianteira da entrevista coletiva, seria de grande ajuda rever uma troca de e-mails incriminatória entre os membros da equipe do CAIR a respeito da série. O sucedido acorreu em 9 dezembro de 2009, quando o "diretor de direitos civis" do escritório do CAIR na Filadélfia, Moein M. Khawaja, enviou um memo à equipe do CAIR. Khawaja informou ter examinado alguns dos volumes da Mason Crest e marcado matérias consideradas por ele desfavoráveis (como, "A burca é um nítido símbolo da resistência muçulmana européia à assimilação na sociedade").
Apoiando-se em um informante na Mason Crest, Khawaja escreveu:
Eu recebi a lista completa dos pedidos para essa série (pedidos realizados até ontem). Essa lista mostra quais escolas distritais e bibliotecas adquiriram a série completa ou livros em separado - Trata-se de uma campanha nacional. É uma informação valiosa porque podemos contatar cada uma delas e explicar que na realidade receberam propaganda. Não tenho certeza a respeito das questões legais nesse caso – mas deve haver algo sobre mascarar propaganda em escolas e bibliotecas?
Karen Dabdoub do escritório do CAIR em Cincinnati respondeu mais tarde, no mesmo dia, que ela compartilhava com as preocupações de Khawaja.
Muitos desses escritores têm nomes que no mínimo parecem judaicos e nenhum deles lembram nomes muçulmanos. Embora eu saiba que não podemos julgar um livro pela sua capa, ainda assim tenho motivos para duvidar da imparcialidade contida nesses livros. Também chamou a minha atenção um outro livro [publicado pela Mason Crest - DP] sobre o Fundamentalismo Islâmico e a apaixonada análise crítica citada por eles da Associação das Bibliotecas Judaicas.
Ainda em 9 de dezembro, Babak Darvish do escritório do CAIR em Columbus respondeu:
Bem lembrado Karen, os nomes se parecem sim... um deles soa como sérvio ou romeno. Parece que todos que têm queixas contra o Islã estão criando livros para a lavagem cerebral da juventude para a próxima geração. Isso é realmente abominável, seria como neonazistas escreverem livros para o ensino do judaísmo nas escolas públicas.
Presumivelmente o nome que "soa sérvio ou romeno" é o do falecido Michael Radu, ex-coautor e escritor do livro publicado recentemente, Europe's Ghost: Tolerance, Jihadism, and the Crisis of the West (Encounter).
Comentários: (1) Esse episódio levanta questões perturbadoras: O que o CAIR está fazendo com um "informante" dentro da Editora Mason Crest? Em quantas editoras ele já penetrou? E quais instituições culturais têm em sua equipe membros mais leais ao CAIR do que aos seus empregadores?
(2) Comentários sobre nomes de escritores "que no mínimo parecem judaicos" e outro que "soa como sérvio ou romeno" dão uma noção de como a equipe do CAIR pensa e escreve quando imagina não estar sendo observado, com atitudes tendenciosas e até mesmo racistas para com judeus e povos balcânicos, bem diferente da sua aparência pública habitual. (Essa aparência pública ocasionalmente também sofre deslizes, conforme eu já documentei em "Veja Quem Está Perfilando Agora - a equipe do CAIR.")
(3) Ainda mais alarmante é a conclusão, a partir do nome dos autores, de que a série da Mason Crest "é realmente abominável" e a sua comparação a "neonazistas escreverem livros para o ensino do judaísmo nas escolas públicas". Implícito a esse raciocínio é a falsa e degradante assunção de que os povos judeus e balcânicos não possam escrever sobre o Islã.
(4) Eu desafio a Editora Mason Crest a investigar quem de seus funcionários levou clandestinamente para fora informações de direito exclusivo do CAIR e em seguida informar ao público a sua identidade.
(5) E eu desafio o CAIR a repudiar e condenar as declarações antisemitas e racistas dos membros da sua equipe.»
«Why did Pres. Barack Obama choose to turn a gaffe into a crisis in U.S.-Israeli relations?
And a gaffe it was: the announcement by a bureaucrat in the Interior Ministry of a housing expansion in a Jewish neighborhood in north Jerusalem. The timing could not have been worse: Vice President Joe Biden was visiting, Jerusalem is a touchy subject, and you don’t bring up touchy subjects that might embarrass an honored guest.
But it was no more than a gaffe. It was certainly not a policy change, let alone a betrayal. The neighborhood is in Jerusalem, and the 2009 Netanyahu-Obama agreement was for a ten-month freeze on West Bank settlements excluding Jerusalem.
(...) Prime Minister Binyamin Netanyahu did not know about this move (...).
Nonetheless the prime minister is responsible. He apologized to Biden for the embarrassment. When Biden left Israel on March 11, the apology appeared accepted and the issue resolved.
The next day, however, the administration went nuclear. After discussing with the president specific language she would use, Secretary of State Hillary Clinton called Netanyahu to deliver a hostile and highly aggressive 45-minute message that the Biden incident had created an unprecedented crisis in U.S.-Israeli relations.
Clinton’s spokesman then publicly announced that Israel was now required to show in word and in deed its seriousness about peace.
Israel? Israelis have been looking for peace — literally dying for peace — since 1947, when they accepted the U.N. partition of Palestine into a Jewish state and an Arab state. (The Arabs refused and declared war. They lost.)
Israel made peace offers in 1967, in 1978, and in the 1993 Oslo peace accords that Yasser Arafat tore up seven years later to launch a terror war that killed a thousand Israelis. Why, Clinton’s own husband testifies to the remarkable courage and vision of the peace offer made in his presence by Ehud Barak (now Netanyahu’s defense minister) at the 2000 Camp David talks. Arafat rejected it. In 2008, Prime Minister Ehud Olmert offered equally generous terms to Palestinian leader Mahmoud Abbas. Refused again.
In these long and bloody 63 years, the Palestinians have not once accepted an Israeli offer of permanent peace, or ever countered with anything short of terms that would destroy Israel. They insist instead on a “peace process” — now in its 17th post-Oslo year and still offering no credible Palestinian pledge of ultimate coexistence with a Jewish state — the point of which is to extract preemptive Israeli concessions — such as a ban on Jewish construction in parts of Jerusalem conquered by Jordan in 1948 — before negotiations for a real peace have even begun.
Under Obama, Netanyahu agreed to commit his center-right coalition to acceptance of a Palestinian state; took down dozens of anti-terror roadblocks and checkpoints to ease life for the Palestinians; assisted West Bank economic development to the point where its GDP is growing at an astounding 7 percent a year; and agreed to the West Bank construction moratorium, a concession that Secretary Clinton herself called “unprecedented.”
What reciprocal gesture, let alone concession, has Abbas made during the Obama presidency? Not one.
Indeed, long before the Biden incident, Abbas refused even to resume direct negotiations with Israel. That’s why the Obama administration has to resort to “proximity talks” — a procedure that sets us back 35 years to before Anwar Sadat’s groundbreaking visit to Jerusalem.
And Clinton demands that Israel show its seriousness about peace?
Now that’s an insult.
So why this astonishing one-sidedness? Because Obama likes appeasing enemies while beating up on allies? (...)
Or is it because Obama fancies himself the historic redeemer whose irresistible charisma will heal the breach between Christianity and Islam or, if you will, between the post-imperial West and the Muslim world — and has little patience for this pesky Jewish state that insists brazenly on its right to exist, and even more brazenly on permitting Jews to live in its own ancient, historic, and now present capital?»
Allen West Portugeuse from Vlad Tepes on Vimeo.
Allen West Feb 19th in DC subtitled in Spanish from Vlad Tepes on Vimeo.
Geert Wilders Speech, House of Lords, London, Friday the 5th of March 2010
We see Islam taking off in the West at an incredible pace. Europe is Islamizing rapidly. A lot of European cities have enormous Islamic concentrations. Paris, Amsterdam, Brussels and Berlin are just a few examples. In some parts of these cities, Islamic regulations are already being enforced. Women’s rights are being destroyed. Burqa’s, headscarves, polygamy, female genital mutilation, honour-killings. Women have to go to separate swimming-classes, don’t get a handshake. In many European cities there is already apartheid. Jews, in an increasing number, are leaving Europe.
"You can't say that Islam is a religion of peace, because Islam does not mean peace. Islam means submission. So the Muslim is one who submits. There is a place for violence in Islam. There is a place for jihad in Islam."
"The Koran is full of, you know, jihad is the most talked about duty in the Koran other than tawhid -- belief. Nothing else is mentioned more than the topic of fighting."
"For the people who carried it out [the July 7, 2005 London bombings], it was legitimate. If you look at the will of the 7/7 bombers Mohammed Siddique Khan and Shehzad Tanweer, they would be justified. And there are many verses from the Koran and many statements to say that's the Islamic argument. And that is a difficult Islamic argument to refute. And there are many scholars who support that argument as well."
Choudary says his group is merely following core Islamic teachings and that Islam is much more than a religion.
"This particular belief is more than just a religion," he declared. "It is not just a spiritual belief. It is, in fact, an ideology which you believe in and you struggle for and you are willing even to die for, because you believe in that: That is your whole life."
«Over the last decade the treatment of Muslims has dominated discussions about human rights in Europe, the United States and Israel.
While left wing "human rights organizations" such as Human Rights Watch and Amnesty International (...) have dived in to the business of protecting the rights of Muslims in the West with both feet, very little attention is paid to the rights of Hindus, Jews, Christians, Buddhists and others living in Muslim countries.
(...) the last Jews of Yemen are being evacuated after one of the community's few remaining leaders was murdered by a Yemeni Air Force Pilot who ordered him to convert to Islam or die. Yemen in turn fined the pilot and offered to build the remaining Jews their own ghetto for "their own protection". Naturally they chose to leave instead.
Yemeni Jews had been fleeing the country since the 19th century, a flow that only intensified when the Yemeni government began seizing orphaned Jewish children and converting them to Islam in the 20's (...). After the creation of the State of Israel, the majority of Yemen's Jews fled the tide of Muslim violence. And now that last handful of what had been a community of tens of thousands is departing.
But what makes the story of Yemen so damning is that it actually is fairly tolerant by Muslim standards. And that the Jews of Yemen are only a small part of the more than 800,000 Jewish refugees from Muslim lands in the Middle East whose plight is ignored (...)
The 800,000 Jewish refugees are themselves only part of the story. The Armenian genocide and the Assyrian Holocaust both offer eloquent testimony to how Muslims treat non-Muslim minorities. As do the modern day persecutions of the Zoroastrians in Iran and the Christian Copts in Egypt, who are denied basic rights and whose daughters are routinely kidnapped for forced Islamic conversion.
While Muslims incessantly shout about their "rights" in Europe, America and Israel ― it might be a good idea to take a look at how non-Muslim guest workers are treated in Muslim countries.
As much as 90 percent of Dubai is run by foreign guest workers who slave away for the Emirs. (...)
As much as 40 percent of Saudi Arabia consists of foreign guest workers who do everything for the fat bearded sons of Mahomet (...). Asian maids and African laborers (...) have their passports seized by their employers, which transforms them into slaves of their employers without the right to even leave the country. The Saudis have built such a nightmarish slave state that it is one of the few rich countries in the world where guest workers actually try to get themselves deported. Without success.
The Saudi and Dubai slave states are all the more relevant because so many of the organizations clamoring for the rights of Muslims in the West are either Saudi fronts, such as CAIR, or Saudi funded, such as Human Rights Watch. And just as the USSR lectured America on civil rights while running the Gulags, Saudi Arabia oversees a nightmarish Islamic oligarchy in which non-Muslims have no rights, while demanding through its front groups that America throw open the doors to Guantanamo Bay, stop detaining Muslims for suspicious behavior, that Europe open wide for Islamic immigration and ban any criticism of Islam, and that Israel turn over land to terrorist organizations again funded by the Saudis.
(...) Muslims enjoy legal equality in their host countries, even as they spread the poison of an Islamist ideology that calls for the murder of non-Muslim. And sometimes act on it.
Not only are Muslims treated far better than they treat others by America, Europe, Israel and the other non-Muslim countries that they routinely malign for "oppressing" them-- but they are treated far better than they themselves act while abroad.
Despite all the talk about hate crimes against mosques, Muslims abroad have committed far more violent attacks on other people's houses of worship, than have been committed against theirs. Muslim rapes far outweigh any rapes of Muslims. Muslim terrorist attacks on non-Muslims far outweigh any terrorist attacks carried out against Muslims.
Muslim countries invite in non-Muslim tourists only to jail (Dubai) and murder (Egypt) them, despising non-Muslims and yet greedy for their gold. They rely on slave labor and yet fund lawfare and propaganda campaigns denouncing the US detention of the same Taliban throatslitters that they funded as well. Egypt, where a third of the children are malnourished, Saudi Arabia, where even half the Muslim population has less legal rights than a dog (correction: dogs are actually forbidden in Saudi Arabia) or Pakistan, where it is easier for rapists to convict their victim of adultery, than for the victim to convict them of rape-- all somehow manage to find the time to denounce the human rights of non-Muslim countries whose level of jurisprudence they couldn't reach with all the skyscrapers in Dubai. (...)»
El fracaso en la integración de los musulmanes en Europa(1)-No nosso país, à imigração proveniente do Brasil, podemos acrescentar a de origem africana, a qual, mesmo a muçulmana ― proveniente de Moçambique e da Guiné-Bissau―, tem sabido adoptar, no essencial, as normas da sociedade portuguesa. Quanto a esta última, fica apenas a dúvida sobre o que poderá acontecer se o seu número aumentar significativamente (cf. Efeitos corrosivos).
La integración de los musulmanes ha resultado un fracaso en toda Europa. No hay ninguna nación que presente una valoración positiva en este terreno. A los atentados de terrorismo indiscriminado, se unen las continuas amenazas a la libertad de expresión y la formación de barrios islamizados. Nadie se inventa nada cuando sitúa a los musulmanes como los más refractarios a la integración en las sociedades europeas. Eso es una evidencia a la vista de todos.Cada nación es muy libre de establecer los criterios por los que está dispuesto a acoger a gente. Ninguna inmigración puede funcionar si no está relacionada con el contrato de trabajo, pero también resulta económicamente más rentable y socialmente más compatible una emigración que respete las pautas culturales y los valores de la nación de acogida. En España, esas condiciones se dan en la inmigración iberoamericana(1).
¿Quién financia las mezquitas?
A los homosexuales se les castiga
Socialistas y comunistas contra el sha
Los europeos financiam el islam
Los europeos, en total contrasentido, están financiando la expansión islámica.
Constantes explosiones de violencia


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