A renúncia de Van Jones ao cargo de czar para os empregos "verdes" (!) da administração Obama veio, este fim-de-semana,
expor o tão propalado viés dos media tradicionais em relação a tudo o que se passa na órbita de Obama e que possa beliscar o seu estatuto de quase-deus.
O viés, desta feita, começou por materializar-se na abdicação por parte dos media de dar a conhecer todo o perfil do nomeado, abstendo-se de investigar o seu passado político, as suas ligações, enfim, de escrutinar o governante recém nomeado; continuou através da persistência em não o fazer quando os novos
media - sites de notícias, blogues -começaram a discutir o perfil de Van Jones; e culminou quando os
media tradicionais se viram obrigados a dar a notícia da renúncia aos seus clientes, os quais não estavam em condições de perceber coisa alguma da matéria em resultado do silêncio dos mesmos
media.
Para rematar, algumas das figuras cimeiras dos
media, que renunciam sistematicamente à sua obrigação de informar,
concluem deste caso que não se pode confiar nos novos media, os autores da investigação deste caso, da sua exposição ao público americano e ao mundo, com os resultados conhecidos.
Cada um retire deste caso as lições que lhe parecerem mais apropriadas.
Via
Hot Air.
Addendum: ver também
este postal no
American Thinker Blog, do qual se pode destacar esta esclarecedora declaração de Van Jones: »Jones (...) was identified as a self-described radical communist and "rowdy black nationalist" who said his environmental activism was actually a means to fight for racial and class "justice."»